Para demonstrar a variação de calungas, fiz uma nova caixa com novas aberturas, variando o tamanho dos calungas num mesmo espaço, fazendo com que esse ambiente adquirisse diferentes dimensões.
Na foto abaixo, caixa com calunga tamanho médio.
Na próxima imagem, o calunga está deitado, pois é muito grande para caber no pequeno espaço.
Na foto seguinte, os calungas são muito pequenos, trazendo a sensação de a caixa ser um espaço maior do que ela realmente é.
terça-feira, 8 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
Sistema Construtivo
Nas últimas semanas estive trabalhando em uma maquete cujo principal objetivo era precisão, perfeição. Também trabalhei com tipos de aberturas, como era a proposta do exercício. Para fazer a maquete usei papelão hurley (para as estruturas), madeira balsa (fechamentos), papel pluna (detalhe dos fechamentos e "teto") e palitos de madeira. O resultado final estão nas imagens abaixo:
Foto geral da maquete da parte frontal.
No segundo pavimento, fiz um teto de vidro, que permite a incidencia de luz até o primeiro andar.
Na imagem abaixo, outra foto geral da maquete, agora do outro lado. Aproveitei para explorar algumas aberturas externas, a abertura mais a esquerda é uma pequena abertura com alguns obstáculos para luz, a mais a direita já é uma abertura maior, com menos obstáculos para luz, enquanto que a abertura central explora a entrada de luz diretamente, quase sem obstáculos.
Foto geral da maquete.
Foto geral da maquete da parte frontal.
No segundo pavimento, fiz um teto de vidro, que permite a incidencia de luz até o primeiro andar.
Na imagem abaixo, outra foto geral da maquete, agora do outro lado. Aproveitei para explorar algumas aberturas externas, a abertura mais a esquerda é uma pequena abertura com alguns obstáculos para luz, a mais a direita já é uma abertura maior, com menos obstáculos para luz, enquanto que a abertura central explora a entrada de luz diretamente, quase sem obstáculos.
Na próxima imagem quero chamar atenção para a abertura do segundo pavimento, um circulo que começa em um dos lados e termina no outro, ou seja, um semi circulo de cada lado.
Aqui nessa foto, as divisões internas e a luz incidindo pela "porta". (a segunda abertura da direita para a esquerda da foto seguinte a essa.)
Na imagem abaixo, evidencio a abertura em forma de onda e resalto a "porta" de vidro que causou a iluminação da imagem acima.
Foto geral da maquete.
Foto geral da maquete.
Ainda fiz algumas fotos com ênfase na entrada de luz de acordo com as aberturas:
domingo, 22 de abril de 2012
Lego Refeito
Refazendo o exercício dos legos, fiz o Museu de Arte Moderna de São Paulo, seguindo as respectivas proporções:
domingo, 15 de abril de 2012
Corte
Para o exercício da semana fiz alguns croquis tentando planejar a entrada da luz numa caixa de sapato.
Primeiro os planejamentos da caixa na vertical:
Em seguida os planejamentos da caixa na horizontal:
Nas próximas imagens (os calungas ao pé do elevador), a iluminação evidenciando os elementos arquitetônicos: a escada e o elevador, ambos através de uma luz superior.
Entretando, na primeira foto, a luz mais forte incide sobre o elevador, destacando mais esse elemento.
Aqui na segunda foto, a luz mais forte incide sobre a escada, realçando sua importância.
Usando os conceitos do exercício anterior (cores, texturas, etc.), coloquei um filtro translúcido, um pouco colorido no elevador e o mesmo papel na abertura superior da escada. O efeito causado é muito interessante, parece que o colorido valoriza mais esses elementos, além de melhorar a aparência do ambiente.
Por fim, troquei o filtro colorido por um azul, que passa uma certa serenidade.
Nessa última, analisei a questão do filtro do papel, essa caixa, nesta escala, poderia representar trocadores de roupa.
Primeiro os planejamentos da caixa na vertical:
Em seguida os planejamentos da caixa na horizontal:
Depois selecionei meu croqui para colocar em prática:
No meu croqui aquele espaço comprido, retangular, com um "quadrado" dentro (à direita) representa um elevador panorâmico, com paredes, teto e chão de vidro (ou de material transparente). O que permite a entrada da luz lateral. No último andar fiz um terraço, completamente iluminado, uma vez que não existem obstáculos para a luz.
Por último, a abertura da escada também permite a entrada de luz, transformando o terceiro andar no mais iluminado.
Finalmente, as fotos da caixa. Nessa primeira imagem, a caixa com a iluminação natural, para mostrar bem as aberturas.
Os calungas dão dimensão à caixa, nesse caso ela é um grande espaço. Nessa escala, poderia representar um shopping center, ou um museu.
Nas próximas imagens (os calungas ao pé do elevador), a iluminação evidenciando os elementos arquitetônicos: a escada e o elevador, ambos através de uma luz superior.
Entretando, na primeira foto, a luz mais forte incide sobre o elevador, destacando mais esse elemento.
Aqui na segunda foto, a luz mais forte incide sobre a escada, realçando sua importância.
Usando os conceitos do exercício anterior (cores, texturas, etc.), coloquei um filtro translúcido, um pouco colorido no elevador e o mesmo papel na abertura superior da escada. O efeito causado é muito interessante, parece que o colorido valoriza mais esses elementos, além de melhorar a aparência do ambiente.
Por fim, troquei o filtro colorido por um azul, que passa uma certa serenidade.

Por último ajustei o desenho (corte com as áreas iluminadas e sombreadas) para que corresponda ao efeito cênico obtido com a maquete.
Na imagem da esquerda está representado o corte longitudinal e na abertura da direita o corte transversal.
Na imagem da esquerda está representado o corte longitudinal e na abertura da direita o corte transversal.
Fui um pouco além da proposta do exercício e fiz mais alguns testes. Nas fotos seguintes, encontra-se a mesma caixa, porém invertida (na vertical), aproveitando a abertura lateral (que virou zenital) e trocando os tipos de calungas para observar a incidencia da luz e suas variações:
Nessa última, analisei a questão do filtro do papel, essa caixa, nesta escala, poderia representar trocadores de roupa.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Refazendo dobraduras - parte II
Primeiro refiz a dobradura cilindrica em outras escalas, na foto à esquerda, um tunel de acesso que vai aumentando de tamanho até chegar ao salão principal.
Em seguida, imaginei a segunda dobradura como uma cobertura para algum tipo de edificação (os calungas estão bem pequenos à direita, ao pé do edifício):
Depois testei uma dobradura diferente, e fiquei fazendo combinações com as anteriores:
Essa nova dobradura logo me lembrou uma oca de índio.
Um tipo de combinação, que seria alguma edificação criativa:
Pintando a parte de dentro da nova dobradura, obtemos esse aspecto de flor, como na imagem abaixo:
Por último, mais uma combinação da nova dobradura com a cilindrica antiga, aqui demonstrando um palco de teatro, com seus calungas.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Mais luz e sombra.
Continuando o exercício da semana passada, tentei aprimorar minhas fotos e meu trabalho, observa-se abaixo os resultados:
Apesar de a qualidade da foto não estar muito boa, é possível notar que tentei retratar a imagem de uma cidade vista de longe (pelo formado dos prédios e casas) ao pôr do sol (representado pelo filtro alaranjado).
Na foto seguinte a caixa virada, dando uma sensação de alongamento.
Apesar de a qualidade da foto não estar muito boa, é possível notar que tentei retratar a imagem de uma cidade vista de longe (pelo formado dos prédios e casas) ao pôr do sol (representado pelo filtro alaranjado).
Na próxima imagem, uma espécie de "estacionamento" para grandes veículos, como helicópteros (objeto à frente) e navios (objeto atrás). O azul ao fundo é a água onde o navio fica ancorado durante a noite.
Para conseguir esse efeito de noite, não utilizei nenhum filtro, mas sim uma lanterna de luz azulada.
Na foto seguinte a caixa virada, dando uma sensação de alongamento.
Próxima com calunga.
Assinar:
Postagens (Atom)














